quinta-feira, 28 de junho de 2012
Realização da Oficina - Redes Sociais.
Planejamento da Oficina Redes Sociais.
Pensando em todos os tópicos conversados com a profa. Dinete, fizemos o planejamento da oficina sore redes sociais, este é o planejamento final que foi aprovado pela professora:
Oficina: Redes Sociais – Modo de Usar
Turmas do 6º ano – Profa. Dinete
Carga horária: 45 minutos.
Introdução (5 min)
Apresentação da Casa da Árvore
1º Momento (10 minutos)
Nesse momento vamos apresentar um conceito de
“rede social”:
- As redes sociais, no ambiente da
internet, são sítios web que permitem a troca de informações pessoais e a
conexão com outras pessoas.
A partir dessa conceitualização iniciaremos
um diálogo com os alunos a partir algumas perguntas.
- Quais redes sociais vocês conhecem? Quais
usam? Por que, como e para que?
O objetivo dessa discussão é entender qual é
a vivencia que a turma possui no ambiente virtual. A partir disso vamos tecer
nossas considerações. A pedido da Profa. Dinete, vamos abordar como prioridade
os seguintes temas: -Comportamento na rede e privacidade.
2º Momento (10 min)
Lembrando que as redes sociais on-line são
espaços de interação e convivência como qualquer outro, e que portanto há
regras de comportamento, assim como em casa e na escola,
vamos provocar um momento de reflexão com a
seguinte pergunta:
Como você se comporta na rede social que
utiliza?
Para fazer o link entre comportamento e
privacidade nas redes sociais, iremos utilizar o video abaixo.
Video – Regras de Etiqueta no Facebook – carência
geográfica -http://www.youtube.com/watch?v=7Acgqah-Ph0
3º Momento (10 min)
Observando que a internet é um ambiente
público e que não se tem o domínio da informação depois que ela é publicada,
vamos ressaltar que é necessário ter cuidado em relação a informação que se
divulga. Seja o lugar onde estamos no momento do post ou alguma imagem própria
ou de amigos. Para isso, vamos apresentar uma lista de comportamentos que
devemos evitar:
- Compartilhar informações pessoais;
- Expor a si mesmo ou aos amigos publicando
imagens constrangedoras;
-Realizar marcações geolocalizadas enquanto
você ainda estiver no local;
- Expor sua vida pessoal.
Ressaltaremos que é possível modificar as
configurações de privacidade nas redes sociais como o Facebook.
Fechamento ( 5
min)
Como reflexão final vamos fazer a seguinte
pergunta aos alunos: Você acha que é possível aprender utilizando uma rede
social?
Essa pergunta nos permite apresentar
rapidamente a ferramenta “ grupos” do Facebook.
E avisá-los que nossa oficina continua no
ambiente virtual. Com os nomes em mãos, vamos convidá-los a participar do grupo
“ Oficina Redes Sociais- Modo de Usar”. Deste modo, poderemos continuar nossa
oficina vivenciando na prática o que foi discutido e compartilhar novos
materiais.
Oficina Redes Sociais - Professora Dinete.
No dia 21, a Profa. Dinete esteve aqui no Telinha conversando conosco. Ela nos pediu que preparássemos uma oficina sobre as redes sociais. Segundo ela, a maioria dos alunos utilizam o facebook mesmo não tendo a idade permitida que é mais de 13 anos. A principal preocupação é o comportamento na rede e o modo como eles a utilizam. A partir dessa reunião, começamos a pensar em como iríamos planejar essa atividade, cujo o conteúdo abordado giraria em torno de questões como privacidade e comportamento no ambiente virtual que é a rede social.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Realização da Oficina em Natividade
A oficina começou pela manhã e nesse primeiro momento fizemos as apresentações da ONG, da gente e dos alunos.
Todos os alunos bem tímidos e falando bem pouco e baixo, mas fomos melhorando isso aos poucos, com a convivência.
Depois começamos a intercalar a apresentação de "Como é fazer vídeo". Hora eu falava, hora o Daniel. Tudo bem tranquilo.
A dificuldade começou na hora de roteirizar, pois os alunos, bem tímidos, não conseguiam falar o que pensavam e alegavam estarem sem ideias. Mas com jeitinho fomos conseguindo.
Demos cerca de 30min para eles a sós para finalizarem o roteiro. A história contava a saga de dois amigos que buscavam entender sobre uma lenda da região de Natividade. Assim, com esse espaço, eles conseguiram conversar melhor e desenvolveram a historia. Mas como montar um roteiro era novidade tiveram um pouco de dificuldade, mas deu certo ao final.
A tarde, nos encontramos na praça da cidade e começamos a filmar. O Daniel assumiu, enquanto eu cuidava de pegar dados e fotos.
Relato de Inaê
Reaplicação Natividade
No dia 31 de maio a ONG Casa da
Árvore realizou uma oficina de vídeo de bolso para alunos do PROJOVEM da cidade
de Natividade no Estado do Tocantins.
A temática foi simples, ensinar de forma fácil como é feito
um vídeo com o celular. A oficina fazia parte da programação do 8 seminário de
natividade, organizado pelo curso de comunicação social da Universidade Federal
do Tocantins.
Abaixo um resumo da proposta:
Título da Oficina: Vídeo
de bolso
Número de vagas: 20
vagas
Oficina
oferecida pela ONG Casa da Árvore. As aulas serão ministradas pelos educadores
do projeto Telinha de Cinema.
Resumo: A
proposta da oficina é ensinar aos alunos como é feita a produção de um vídeo de
bolso em um curto tempo e sem necessidade de edição de cenas na finalização.
Primeiro passo é fazer um resumo do que é a produção
audiovisual, possibilitando assim, que os alunos compreendam o processo. Em
seguida será estimulada a criatividade na construção do enredo a ser gravado.
Os alunos passarão por atividades que auxiliarão no desenvolvimento da
história.
Utilizando as redes sociais como apoio (caso tenha acesso a
internet), os alunos publicarão suas ideias. Assim, elas serão avaliadas por
todos. O intuito é escolher as melhores para então começarem a produzir o
roteiro.
Os grupos
serão formados e as funções determinadas. Assim, é chegada a hora para as
instruções e dicas de gravação com o aparelho celular. O diferencial na captura
do filme, nessa oficina, será o desafio de gravar sem a necessidade de edição
de cenas na pós-produção. O método utilizado para isso será a gravação em play
e pause.
Os
professores acompanharão todas as equipes no momento das gravações, sempre
instruindo para haver o melhor resultado. Finalizando essa etapa, os grupos
retornam a sala e os vídeos são finalizados com inserção de título e créditos
no editor de vídeo.
Integrantes da equipe: Inaê
Ribeiro, Daniel dos Santos.
Recursos materiais necessários:
Computadores com acesso a internet e que possuam o editor de vídeo Movie Maker.
Contrapartida dos recursos:
Aparelhos celulares, notebook e projetor.
Realização da Oficina no EJA
Chegamos ao Colégio Estadual Senador Onofre Quinan no
horário previsto. Os alunos estavam um pouco agitados, pois era um dia incomum
na rotina do colégio, pois era o dia dedicado a diversas oficinas oferecidas
pelos professores. Chegamos a sala de aula e fomos informados que para nossa
oficina haviam 30 alunos inscritos. A idade realmente variava muito, como foi
nos informado anteriormente. Em um
primeiro momento foi um pouco dificil falar, já que eles continuaram muito
agitados mesmo depois que o sinal bateu, mas logo depois conseguimos atenção.
Nos deparamos com alguns problemas ao passar o
video, já que a escola não possuia sistema de som, mas logo foi solucionado, a professora Dinete
conseguiu caixinhas de som que ajudaram um pouco.No momento do video, embora o
som estivesse muito baixo, os alunos se esforçaram para fazer silêncio e
escutar. O video falava sobre o “internetês” que seria a linguagem da internet.
Muito útil para a nossa oficina, uma vez que vários elementos dessa linguagem
da internet, se repetem na comunicação por meio das midias em geral, inclusive
pelas mensagens de celular, que é o caso das abreviações e o uso dos emoticons.
Tentamos reforçar que o uso
da linguagem de internet deveria ficar restrita ao uso cotidiano para conversas
informais, e que embora estávamos fazendo uma atividade com essa linguagem
dentro da sala de aula, a linguagem adequada para escola e atividades formais
era o uso culto da língua portuguesa.
Em um segundo momento passamos para aatividade
prevista, distribuímos recortes de jornais com notícias e colocamos a seguinte
situação problema: Vamos supor que vocês leram essa notícia no jornal e
perceberam que é de interesse de um amigo, como vocês escreveriam essa notícia
em uma mensagem de texto de celular? Assim fizemos a proposição de que eles
resumissem o texto para posteriormente escrevessem a mensagem no bloco de notas
do celular e enviasse a algum colega por meio do bluetooth. Surgiram alguns problemas pois alguns alunos
não haviam levado celular, e outros não possuiam em seus aparelhos os
aplicativos necessários. Mas contornamos esse problema, sugerindo que eles
escrevessem em um papel do mesmo modo que eles escreveriam no celular. Os
alunos se interessaram e se envolveram na atividade.
A convite da professora
Dinete, a maioria dos alunos enviaram as mensagens para ela. Em um terceiro
momento, a professora Dinete leu em voz alta as mensagens que chegaram até ela.
O objetivo era perceber se as mensagem comunicavam, ou seja, transmitiam a
ideia que queria passar, mesmo utilizando poucos caracteres e abreviações. Percebemos por meio das mensagens lidas, que
não houve maiores problemas na comunicação e encerramos nossa oficina.
Planejamento para a oficina no EJA
Depois de muito pensar e trocar ideias, esse foi o resultado do nosso
planejamento final:
Oficina: Conversa
Digital
1º Momento (5
minutos)
Apresentação da
Casa da Árvore
2º Momento (10
minutos)
Introduzir a oficina com o video sobre a linguagem da internet.:
A partir do video - refletir sobre a exigência de uma nova forma de
escrever quando se escreve por meio de mensagens de texto ou de qualquer outro
com limites de caracteres;
Perguntar se os participantes tem familiaridade com a escrita digital, se
eles costumam a enviar SMS ou conversar pela internet utilizando essa
linguagem. Procurar saber qual é a relação dos alunos com a internet e a
escrita/ leitura na internet.
3º Momento (40
minutos)
Distribuir várias
notas de jornais.
Como você
escreveria esta notícia para enviar por SMS para um amigo?
Como reescrever o
texto para 140 caracteres?
Adaptação da
linguagem escrita para linguagem de mensagem de celular.
Para essa atividade
utilizaremos “Bloco de Notas" e "Bluetooth".
Falar sobre os
diferentes aparelhos e suas configurações; adequação de linguagem para os
limites de caracteres; abreviações.
Apresentar lista de
abreviações que já são usuais.
Lembrar que é melhor evitar acentos, hifens, pois pode acontecer da
mensagem chegar desconfigurada no outro aparelho.
Atender quem nunca usou estes recursos ou quem tiver alguma
dificuldade.
4º Momento (30 minutos)
Reflexão sobre a
atividade;
Levantar
questionamentos: Sentiu alguma diferença da leitura em papel e da leitura na
tela?
Qual foi sua maior
dificuldade?
Por que é
importante aprender a ler e escrever em diversos formatos (impresso, tela)?
Discutir a
importância das diferentes formas de comunicar: Linguagem oral / linguagem
escrita / linguagem digital.
Observar que cada
mídia exige um jeito ou uma forma ou uma técnica de linguagem. Que as novas
mídias, exigem o aprendizado de diferentes formas de escrever e falar, enfim,
novas maneiras de se comunicar. Cada dia mais é uma exigência de nossa
sociedade. Seja na família, quanto no trabalho, na escola, até mesmo para
assistir TV, cada vez mais precisamos saber ler e escrever em diferentes
suportes.
Convite para realização de Oficina para uma turma do EJA
No dia 14/05 a profa. Dinete
esteve no Telinha, ela nos convidou a elaborar e ministrar uma oficina cujo o
tema geral seria “ Tecnologia”. A oficina seria ministrada para a turma do Educação
de Jovens e Adultos (EJA) no Colégio Estadual Senador Onofre Quinan. Porém o
colégio não oferecia computares e nem acesso a internet.
Em um primeiro momento, pensamos
que seria difícil elaborar uma oficina cujo o tema seria “tecnologia” sem
aparatos tecnológicos disponíveis. Mas logo nos ocorreu uma ideia simples:
linguagem digital e para essa atividade só era necessário aparelhos celulares.
Essa ideia nos pareceu viável e simples, por
não exigir estrutura tecnológica e ser uma temática ligada ao cotidiano, pois
cada dia mais é necessário aprender a ler e a escrever nos novos suportes. E
como iríamos trabalhar com o EJA, seria interessante apresentar a “linguagem
digital” aos alunos que tinham já uma idade avançada ou que ainda não tinham
hábito de utiliza-la.
A profa. Dinete aprovou nossa
ideia e disse que quase todos os alunos possuíam aparelhos celulares, a partir
dai começamos a montar o planejamento detalhado da aula.
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